Em 17 de fevereiro de 1600, o filósofo italiano Giordano Bruno foi executado na fogueira, em Roma, após ser condenado pela Inquisição. A sentença foi cumprida na praça Campo de’ Fiori, diante do público, como exemplo contra ideias consideradas heréticas.
Bruno defendia conceitos revolucionários para a época, como a infinitude do universo e a existência de inúmeros mundos habitados. Suas reflexões iam além do heliocentrismo de Copérnico e questionavam pilares da cosmologia tradicional.
Além das teorias astronômicas, também sustentava posições filosóficas e teológicas que confrontavam dogmas centrais da Igreja Católica. O processo contra ele durou anos, marcado por interrogatórios e tentativas de retratação.
Recusando-se a renegar suas convicções, manteve suas ideias até o fim, mesmo diante da ameaça de morte. A execução transformou seu nome em símbolo da repressão intelectual na Europa moderna.
No local aonde foi executado a maçonaria construíu o monumento que aparece na foto acima, perpetuando a sua memória .
Fonte: Wikimedia Commons - curiosidades na história
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