Há um ditado popular que diz:
..."Quem não sabe o que quer, perde o que tem e depois descobre que perdeu o que queria"...
Quantas e quantas vezes passamos por situações de mudanças que requerem decidir por onde seguir, abandonar o que não mais importa, adaptar-se às novas condições e aceitar o que se tornou inevitável.
É um ciclo normal e que se aplica à qualquer campo da vida, seja na família, escola, trabalho, nas interações sociais e mesmo nos sentimentos, onde aflora tanto o compatível quanto as ranhuras duma relação.
Não é o conflito de mudar que causa a angústia, mas a incerteza do por quê, afinal há quem apenas não se contente nunca com o que tem ou com quem é.
E há ainda aqueles que desejam mudar pelo que vê nos outros e não em si mesmo, mais uma falácia da Vaidade que oculta a amarga necessidade de se comparar para ser igual num universo que é distinto.
Cada um é único e a cada um Deus lhe concede uma história ímpar de vivências próprias.
Não relegue então quem o universo lhe permitiu se tornar para ter ou ser o que vê na aparência alheia.
Mudar não é proibido, mas sempre haverá o custo da dúvida entre estar certo ou errado, ao menos pondere a vontade, não pelo que simplesmente deseja, mas pelo que é necessário.
..."O que tenho, trago de onde venho e define quem sou.
O que vejo é o que almejo de onde não vim e de quem não me tornei"...
Aprenda a decidir pelo que realmente é importante e mais, aprenda a reconhecer o que conquistou para não se sentir vazio quando cheio de recursos ou mesmo estar solitário quando rodeado de amigos.
Não queira um dia descobrir que já tinha o que precisava e perdeu na busca do que apenas queria.

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