A maçonaria chamada de “especulativa” nasce na Inglaterra no início do século 18, mas ela própria ainda não sabia que o que era, e muito menos o que se tornaria. Eram apenas homens que se reuniam para conversar, beber e passar momentos agradáveis em meio a efervescência da reconstrução de Londres, que se tornava a capital econômica do mundo e de onde navios abarrotados de mercadorias entravam e saiam dos seus portos abastecendo um império onde o sol jamais de punha, da Australia e Oceania ao Canadá e as colônias americanas.
O principal motivo das conversas era provavelmente a tentativa de retomada do poder pelo rei deposto, Jaime II, (Jacobus, em latim[1]) que se refugiara na França com a sua corte, e os conflitos com a Escócia, obrigada a aceitar a união com a Inglaterra, através do Ato de União estabelecido em 1707[2], depois dos enormes prejuízos causados pelos contínuos conflitos e aventuras ultramarinas que praticamente levaram a Escócia a falência, com parte de suas terras arrasadas.
Em 1715 os apoiadores de Jaime II invadem a Inglaterra e avançam até Perth, mas são derrotados na batalha de Sheriffmuir pelas tropas do Duque de Argyll. Em 1719 a última frustrada tentativa jacobita foi a revolta ocorrida nas Terras Altas da Escócia.
Em resposta ao Levante Jacobita de 1715, o Rei Jorge I, da Casa de Hanover, que havia assumido o trono no ano anterior com a morte da Rainha Ana Stuart, e preocupado com as consequências dos intermináveis conflitos com a Escócia, propõe e o Parlamento aprova em 1715 o Ato de Traição (Treason Act) que punia qualquer tentativa de revolta contra o Estado. As punições eram muito severas e incluíam enforcamento, arrastamento, esquartejamento e decapitação. Qualquer reunião com mais de dez pessoas poderia configurar um ato de traição.
Enquanto isso, nas Clubes de Cavalheiros, muitos funcionando em tavernas[3] e nos alojamentos (lodges)[4] os londrinos confraternizavam. Os cinquenta anos decorridos da reconstrução depois do incêndio de 1666 haviam aproximado construtores, que haviam enriquecido com as obras e a gentry,[5] a elite econômica, composta de nobres e empresários que eram os fornecedores dos inúmeros materiais e serviços destinados as obras. Sob o comando de cientistas e intelectuais como o arquiteto Christopher Wren[6], Robert Hook[7] e John Evelyn[8].
Em várias publicações Christopher Wren aparece citado como Grão Mestre da maçonaria em data anterior à fundação da Grande Loja, tendo sido destituído do cargo pela Rainha Mary em 1702. Efetivamente ele comandava as obras de reconstrução da cidade e neste caso era Grão Mestre dos pedreiros (the masons) e não de uma instituição de cunho filosófico. Com o término das principais obras na cidade, a construção perde intensidade e muitos trabalhadores retornam a suas cidades ou seus países, desfazendo as centenas de alojamentos (lodjes) que existiram desde o fatídico incêndio em 1666.
Na Escócia, no século XVII, William Schaw[9], mestre de obras do Rei, organizou as lojas (Lodges) dispersas e as colocou sob um regulamento e a chefia de um Grão-mestre[10] e foi também quando começaram as adesões de homens alheios à profissão de pedreiro que se tornavam “maçons” especulativos e não operativos. Estes documentos determinavam as normas de funcionamento da profissão, um estatuto dos trabalhadores, estabelecendo métodos, horários, comportamento, remuneração etc.
E como se tratava de uma atividade que necessitava de habilidades especiais e era uma das mais bem remuneradas da época, cujas obras podiam durar, meses, anos ou até mesmo séculos, como por exemplo a Catedral de Colônia, cuja construção durou 600 anos, era cercada de segredos, não filosóficos, porém operativos.
A principal instituição que realizava as obras era a Honorável e Ancestral Companhia de Maçons da Cidade de Londres, uma Livery Company,[11] fundada em 1515 e que ainda existe, e que esclarece em suas publicações nada ter a ver com a Fraternidade dos Maçons Livres. Esta última é que iria-se tornar a nossa maçonaria.
Nesta época, as classes mais esclarecidas discutiam os ensinamentos do médico e filosofo liberal inglês John Locke[12] que pregava o fim da monarquia absolutista e que, como muitos dos reconstrutores de Londres, também era membro da Royal Society. Suas ideias principais eram:
a) tabula rasa - todos os homens nascem iguais, governantes e governados, cada um age livremente contanto que não prejudique seu semelhante;
b) estado da natureza - o direito natural à vida, liberdade e propriedade que deve ser garantido pelo governo, e
c) tolerância – embora todos os homens nasçam iguais, sua cultura, competências, habilidades e experiências variam, portanto, a convivência só é possível através da tolerância.
Esses conceitos tiveram grande influência na formação da maçonaria especulativa e na implantação da monarquia parlamentar na Inglaterra após a Revolução Gloriosa.
A Royal Society é a mais antiga e prestigiada sociedade científica do mundo, fundada em 1660 através de uma Carta Régia concedida pelo Rei Carlos II. Sucedeu ao Invisible College, inspirado nos estudos de Francis Bacon[13], e com diversos cientistas reunidos em torno de Robert Moray[14] e Robert Boyle[15]. Cerca de 2000 das mais brilhantes mentes do planeta participam da Sociedade, sendo admitidos 73 novos membros a cada ano.
Segundo João Anatalino Rodrigues:[16] “Esta sociedade contava entre os seus membros diversos cientistas como Robert Moray, Robert Boyle, John Evelyn, Robert Hooke, William Petty, John Wallis, John Wilkins, Thomas Willis, o arquiteto Christopher Wren e Isaac Newton, que viria a tornar-se seu presidente. Eram “cavalheiros” ingleses com títulos nobiliárquicos de grande expressão na sociedade inglesa, e a sua reunião numa espécie de “clube” de elite intelectual foi uma consequência do clima vivido na época, onde a Reforma protestante avançava em todos os países da Europa e a Igreja Católica atacava com a sua contrarreforma, numa luta sangrenta pelo controle dos espíritos. Assim, a proposta dos “cavalheiros” ingleses, que era o estudo e o desenvolvimento das ciências e das artes, com liberdade de consciência e sem a limitação que as religiões oficiais impunham, ganhou um importante núcleo de aplicação e disseminação nas Lojas maçónicas. E essa ideia, que estava limitada aos cavalheiros da Real Sociedade, e a pouquíssimos intelectuais que lograssem ingresso nesse fechadíssimo clube, espalhou-se pela sociedade inglesa, democratizando e popularizando uma prática que logo se iria tornar um dos mais influentes movimentos culturais do mundo.
Allende[17] diz: Antes da constituição da Royal Society, a ciência estava completamente dominada pela religião e amarrada a argumentos teológicos. Qualquer investigador que desafiasse a visão dos inquisidores era considerado herege e punido enquanto tal, pagando muitas vezes o preço da própria vida.
Obviamente, esta miríade de mentes brilhantes não discutia apenas ciência, mas também e talvez principalmente política, numa época em que esta era um tema muito presente. Com a morte do Rei protestante Carlos II, que era o fundador formal da Academia e a entronização de seu irmão escocês, o católico Jaime II, surge o temor do retorno ao poder do malfadado catolicismo romano.
Com a fuga do Rei católico para a França sua filha Ana e seu sobrinho e genro Guilherme de Orange-Nassau, protestantes, são convidados a assumir o trono. O Parlamento inglês, redige um documento que será conhecido como “Bill of Rights”, ou Declaração de Direitos, baseada nas ideias de John Locke e que estabelece a supremacia do Parlamento sobre a monarquia, veda o abuso de poder, garante a liberdade de expressão e os direitos individuais e muitas outras conquistas que fazem parte de muitas Constituições Modernas. O novo Rei e a Rainha o assinam em 1689 e está em vigor até os dias de hoje.
Na Inglaterra, onde principia a Primeira Revolução Industrial, vigorava com poucas restrições a liberdade religiosa e a liberdade econômica, que espalhava por todo o planeta produção agrícola, tecidos, estradas de ferro, minas de diamantes, bancos, companhias de navegação e especialmente o comércio de escravos africanos. O Banco da Inglaterra, fundado em 1694 e controlado pela família Rothschild, judeus, se torna o mais importante do planeta
Enquanto isso, nas centenas de alojamentos (lodjes) existentes na cidade de Londres, os maçons “aceitos”, que não eram pedreiros, mas fornecedores dos serviços e materiais, haviam se aproximado de quem realizava as obras, criavam laços de amizade e companheirismo (fellowship) com aqueles que haviam reconstruído a bela capital e muitos destes construtores haviam enriquecido com as obras, embora não ostentassem títulos de nobreza.
Parte destas lodges apoiava o Rei protestante e outra parte, composta por escoceses e outros estrangeiros católicos trazidos para a reconstrução, ainda tinha a esperança do retorno ao trono de um Rei católico, e este conflito interreligioso, que já foi muito sangrento, ainda perdura na Grã-Bretanha embora com menos intensidade.
Neste momento, a partir do início do século XVIII, as conversas nas lodjes, especialmente na Lodje Red Horn Tavern, (que ficava na rua em que residia Desagulier) giravam em torno do risco para a economia e para o Estado vigente do retorno ao poder do catolicismo romano e quatro destes alojamentos, onde participavam não só pedreiros, mas também muitos “aceitos”, o Duque de Montagu, importantes políticos, diplomatas e aristocratas, e um clérigo anglicano chamado Jean Theophile Desaguliers, filósofo e brilhante cientista, assistente de Isaac Newton e membro da Royal Society, se reúnem para criar uma entidade central, que estabelecesse regras de reunião e propiciasse a defesa de seus interesses comuns, protestantes e econômicos, e criam a Premier Grand Lodge of England, depois Grande Loja de Londres e Westminster.
Desaguliers participou da elaboração das “Old Charges” (Antigos Deveres), que estabelecem a ética e algumas regras da Maçonaria Especulativa e com o clérigo James Anderson, também membro da Royal Society, na elaboração das Constituições de Anderson de 1723, que criam os princípios da Ordem.
Nestes trabalhos foram introduzidos na maçonaria princípios filosóficos do iluminismo, ainda novo, mas bastante corrente na época, como a busca pela verdade, a liberdade de pensamento, a tolerância e a fraternidade universal. Ele também introduziu nos trabalhos maçônicos elementos científicos, simbólicos e morais praticados até nossos dias.
Desagulies era assistente e divulgador das obras de Isaac Newton, que era uma espécie de semideus da ciência, o mais importante cientista do mundo e presidente, enquanto viveu, da Royal Society, além de exercer cargo político de importância como chefe do tesouro de Sua Majestade. Essa proximidade foi uma das razões pelas quais atraiu importantes figuras da corte que consolidaram a imagem da Maçonaria como uma instituição respeitável e progressista, que transcende religiões, nacionalidades e classes sociais, unindo homens livres e de bons costumes sob os princípios do amor fraterno e da construção interior.
Organizações como a maçonaria eram consideradas subversivas desde Cromwell e ainda, devido ao Ato de Traição, era perigoso deixar registros por escrito e talvez por esta razão os documentos escritos dos primeiros anos da Grande Loja de Londres tenham sido queimados entre 1720 e 1721 por ordem de Desagulliers.
O primeiro Grão-mestre, em 1717, foi o cavalheiro Anthony Sayer.[18] Naquele momento, provavelmente entre os vivas e as cervejas, ninguém imaginava a importância que aquela associação viria a ter no futuro, e entre aqueles presentes no dia da fundação, qualquer um deles poderia se tornar o chefe, intitulado Grão Mestre[19].
Nos anos de 1718 e 1720 assumiu um funcionário público chamado George Payne, que reúne todos os escritos e documentos referentes à maçonaria para elaboração da futura Constituição e Regulamentos Gerais fornecendo parâmetros para a administração da Grande Loja que seriam posteriormente replicados em quase todas as entidades semelhantes no mundo. Em função da triste experiência dos últimos três séculos na ilha inglesa, e devido a necessidade de se estabelecer tolerância e convívio pacífico na instituição, surge a proibição de discussões de caráter político e religioso.
Em 1719, entre os dois mandatos de Payne, assume Jean Theóphille Desagulliers, que esteve presente desde o primeiro momento, mas que em função de sua atividade de professor e contínuas viagens não teve condição de assumir o Grão Mestrado anteriormente. No entanto sua participação na Ordem é de fundamental importância.
Em 1721 torna se Grão Mestre um nobre, Philip, Duque de Montagu, que abre um precedente para a participação da alta nobreza na Ordem. Mas o comando da Grande Loja continuava nas mãos de Desagulliers, que era seu adjunto. Desde então até os dias de hoje todos os Grão Mestres pertencem a alta nobreza
No mesmo ano, por solicitação de Desagulliers, o Reverendo James Anderson[20], também membro da Royal Society, escreveu uma história de maçons, que foi publicada em 1723 como a Constituição dos Maçons Livres ou a Constituição de Anderson. Uma outra edição foi publicada em 1734 e desde então essa Constituição é o livro mestre da maçonaria. Embora cheia de lendas e metáforas ela é o condutor guia da maçonaria no mundo.
Para o ano de 1722, foi eleito para Grão-mestre Filipe, Duque de Wharton Este é degradado como maçom em reunião aberta, pouco depois de deixar o cargo de G:M: por conspirar na facção que intentava restaurar a dinastia dos Stuart.
Existem dúvidas e discussões entre os estudiosos da maçonaria a respeito da data real da fundação da Grande Loja de Londres e Westminster, se seria em 1717 ou 1721, com bons argumentos de cada lado. A própria Grande Loja Unida da Inglaterra e a Loja de Estudo e Pesquisa Quatuor Coronati consideram a data de 1717. Mas como ainda não foram encontrados outros documentos daquela época, que possam corroborar qualquer das opiniões, a polêmica continua.
Esta é uma visão histórica dos primórdios da maçonaria especulativa na Grã-Bretanha. É impossível colocar num pequeno texto todas as informações relevantes deste período de mudança na sociedade, na Ilha Inglesa e no mundo. Em próximos artigos continuaremos a explorar o tema.
Referências Bibliográficas
Ene, Mirella - https://www.freemason.pt/william-schaw-pai-da-maconaria/
https://en.wikipedia.org/wiki/Bill_of_Rights_1689
Levantes Jacobitas - Wikipedia
Gonzales, Ethiel O. C. in Freemason. Pt - Cronologia Maçônica 2ª Parte – Desde 1717 até 1812
Preston, William in https://www.freemason.pt/ História-maçonaria-Inglaterra-
https://www.historiadomundo.com.br/idade-moderna/revolucao-gloriosa.htm
https://www.britannica.com/biography/Christopher-Wren/Construction-of-St-Pauls
https://www.freemason.pt/regulamento-geral-1720-general-regulations/
https://www.freemason.pt/anthony-sayer-o-ilustre-desconhecido-que-foi-o-primeiro-grao-mestre-da-maconaria/
https://academia-lab.com/enciclopedia/philip-wharton-primer-duque-de-wharton/
https://www.wikiwand.com/pt/articles/Charles_Montagu,__Duque_de_Montagu
https://www.masonica.com.br/l/o-que-sao-as-old-charges-e-o-que-elas-significam-para-os-macons-atuais/
Silva, Daniel Neves – Revolução Gloriosa
You Tube - The Great Fire of London: Impact and Reconstruction!
Winetzki, Michael – Maçonaria, de Isaac Newton à Internet
Winetzki, Michael – 1666 – O incêndio de Londres e a origem da maçonaria especulativa
Notas
[1] (Jacobus, em latim) Por esta razão seus apoiadores se chamavam Jacobitas.
[2] Ato de União, de 01 de maio de 1707, que uniu Inglaterra e Escócia sob o nome de Grâ-Bretanha.
[3] Muitos Clubes de Cavalheiros, uma instituição típica da Inglaterra, funcionavam na época em tabernas, porém em andares ou salas separadas, não propiciando acesso a quem não fizesse parte do grupo. Uma boa razão para isso é que eventualmente se discutia política e esse tema poderia causar problemas com o Ato de Traição.
[4] Cabana ou pousada. Na época era aquela construção, geralmente no fundo de uma obra onde se guardava o material e onde os trabalhadores descansavam ao final da jornada. Na maçonaria francesa foi traduzida por “Loja”, mas na inglesa é “oficina”.
[5] “Gentry”, na Inglaterra, denominava uma classe econômica que não tinha títulos de nobreza, porém enriqueceu com atividades agrícolas ou fornecimento de serviços.
[6] Christopher Wren, (1632 – 1723). Membro da Royal Society, foi arquiteto, astrônomo, matemático e físico, um dos principais responsáveis pela reconstrução de Londres. Sua obra-prima é a Catedral de São Paulo. Foi Grão Mestre dos maçons operativos reconstrutores de Londres pós incêndio de 1666.
[7] Robert Hooke (1635-1703). Membro da Royal Society, foi astrônomo, geólogo, físico, meteorologista e arquiteto. Fez a maior parte dos levantamentos topográficos da cidade e auxiliou o grupo de Wren na reconstrução.
[8] John Evelyn, escritor, membro da Royal Society, funcionário do governo e especialista em jardinagem. Autor de um diário que cobre com detalhes a história da Inglaterra desde 1640 até 1706. Colaborou na reconstrução na parte do paisagismo.
[9] William Schaw (1550-1602) – Mestre de obras do Rei da Escócia cria regulamentos que organizam a profissão de pedreiro e os seus alojamentos.
[10] Grão-Mestre – Era um título honorífico. Só existiam na época os graus de aprendiz (entered apprentice) e companheiro (fellow), que tem origem nas antigas universidades inglesas e que foram adotados por todas as Livery Companies posteriores. O grau de Mestre só foi criado em 1725 e adotado a partir de 1738
[11] A Venerável Companhia dos Maçons é o número 30 na ordem de precedência das Ancient Livery Companies (Companhias de Libré) da City de Londres, conforme estabelecido pelos Vereadores da Cidade em 1515. São associações existentes desde o século XV, responsáveis pelo estabelecimento de regras de operação das atividades que representam.
[12] John Locke (1632-1704) foi filósofo inglês, um dos mais importantes filósofos do empirismo. Exerceu grande influência sobre vários filósofos de sua época, entre eles, George Berkeley e David Hume.
[13] Francis Bacon (1561-1626). Cientista, ensaísta, filósofo, político, alquimista e Rosacruz, é um dos fundadores da revolução científica. Sua obra vai criar a metodologia científica...
[14] Robert Moray (1608 ou 1609 – 1673) foi um soldado, estadista, diplomata, juiz, espião e filósofo natural escocês. . Foi um dos fundadores da Royal Society e seu primeiro presidente. Também foi um dos fundadores da maçonaria moderna na Grã-Bretanha.
[15] Robert Boyle (1627-1691) Um dos fundadores da química moderna. Também foi físico, filósofo, alquimista e inventor. Foi o criador do Invisible College que inspirou a criação da Royal Society.
[16] João Anatalino Rodrigues in FreeMason: https://www.freemason.pt/maconaria-uma-aventura-quixotesca/
[17] Allende, Salvador:
[18] Anthony Sayer (1672 – 1741), chamado de “gentleman” foi eleito o primeiro Grão Mestre da recém fundada Premier Grand Lodge of England. Não havia ideia do que esta Loja viria a serr no futuro.
[20] Reverendo James Anderson (1679 – 1739), doutor em filosofia, pastor presbiteriano e Venerável de Loja. Seu trabalho foi revisto por uma comissão de “experts” e publicado em 1723.

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