Bate à porta o costumeiro,
Do templo, sem embaraço,
Que o intuito dum obreiro
É franquear teu espaço
Foste embora do canteiro
Por fortuito descompasso
Caminhando qual luzeiro
Retornas cambando e baço
Mas jamais perdeste o laço
Anseia teu paradeiro
O teu cinzel e teu maço
Recebe irmão verdadeiro
Fraternal tríplice abraço
Pois...igual livre Pedreiro !

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