Entre os anos 1600 e 1900, os piratas norte-africanos capturaram e escravizaram até 1,25 milhão de europeus.
Eles passaram a ser conhecidos como os escravos brancos da Barbaria.
O comércio de escravos da Barbária envolveu a captura e venda de escravos europeus em mercados de escravos nos estados bárbaros otomanos em grande parte independentes.
Eles foram capturados por piratas bárbaros em incursões de navios em cidades costeiras da Itália até a Irlanda.
No sudoeste da Grã-Bretanha, tão ao norte da Islândia e no Mediterrâneo Oriental.
O Mediterrâneo Oriental foi palco de intensa pirataria.
Até no século XVIII, a pirataria ainda continuava a ser uma "ameaça consistente ao tráfego marítimo no Egeu".
O tráfico de escravos bárbaros só chegou ao fim nos primeiros anos do século XIX, depois que os Estados Unidos e os aliados da Europa Ocidental venceram a Primeira e Segunda Guerras, quando a região foi conquistada pela França, colocando um fim ao comércio na década de 1830.
Até Miguel de Cervantes, autor espanhol de Dom Quixote foi capturado em 1575 por piratas bárbaros e levado para Argel.
Lá, ele foi mantido como escravo por cinco anos, antes de ser resgatado pela família e amigos comprando-o de volta do seu dono mouro
Fonte: História Ilustrada, Facebook

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