OBREIROS DA PALAVRA E DA VERDADE: HOMENAGEM DA ACADEMIA INTERNACIONAL DE MAÇONS IMORTAIS – AIMI AO DIA DO JORNALISTA
Neste 7 de abril, quando o Brasil celebra o Dia Nacional do Jornalista – instituído em 1931 pela Associação Brasileira de Imprensa em homenagem ao médico e jornalista Giovani Batista Líbero Badoró, naturalizado brasileiro, a Academia Internacional de Maçons Imortais (AIMI) ergue sua voz em reconhecimento e gratidão àqueles que, por meio da palavra escrita e falada, constroem pontes entre a verdade e a sociedade.
A história do Brasil registra, com justiça, a participação ativa de maçons no jornalismo, especialmente nos momentos decisivos da formação da nação. Nomes como Gonçalves Ledo, Januário da Cunha Barbosa, José do Patrocínio e Luiz Gama são testemunhos vivos do compromisso maçônico com a liberdade de expressão, a justiça e a construção de uma sociedade mais esclarecida e mais justa.
Registros históricos também apontam que figuras centrais da Independência, como José Bonifácio de Andrada e Silva e Dom Pedro I, igualmente recorreram ao jornalismo como instrumento de formação de consciência pública e afirmação dos ideais nacionais.
No seio da AIMI, orgulhamo-nos de contar com valorosos confrades que dignificam o jornalismo contemporâneo, entre os quais destacamos: Espedito Figueiredo, Zelito Guimarães, Bruno Macedo, Jair Calixto, Jaricé Braga, Fernando Colacioppo, Diego Frazen, Cezar Romão, João Guilherme José Aleixo e Nio de Pádua – homens que, à luz dos princípios maçônicos, exercem a nobre profissão de informar, esclarecer e inspirar.
Neste dia simbólico, rendemos nossa mais sincera homenagem a todos os maçons brasileiros que atuam no jornalismo, reconhecendo neles verdadeiros obreiros da palavra, guardiões da verdade e artífices da liberdade.
Que continuem firmes em seu compromisso com a ética, a responsabilidade e a busca incessante pela verdade – valores que também constituem as colunas mestras da Maçonaria Universal.
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