fevereiro 22, 2026

AMVBL - DOUTA ACADEMIA - Adilson Zotovivi e Denizart Silveira

 


Confrade Adilson Zotovici - Cadeira 48 AMVBL


Salve o espaço que inebria

Aos obreiros com erudição

Cinzel e maço à porfia

Um bom canteiro de comunhão


Reina equidade e harmonia

Sem disputa ou competição

Com igualdade, sintonia

E às letras a cultuação


Literatos sua constituição

De fato Iguais sua etnia

Onde emular é contradição


O Grande Arquiteto por Guia

Na cultura a revelação

Bom teto...Douta Academia !


Confrade Denizart Silveira - Cadeira 19  AMVBL


      Neste belo Poema a Academia é figurada por seu autor como um canteiro simbólico de comunhão e construção intelectual, onde os obreiros manejam cinzel e maço não só sobre a pedra bruta, mas também sobre as ideias. A imagem remete diretamente à pedagogia maçônica do aperfeiçoamento contínuo, em que o estudo e a erudição são instrumentos de lapidação do caráter. O espaço descrito pelo poeta torna-se, assim, uma oficina de comunhão fraterna, na qual cada participante contribui para a edificação coletiva do saber.

     A tônica da equidade e da harmonia evoca o ideal de convivência maçônica, livre de disputas profanas e de competições estéreis. A igualdade ali mencionada não significa uniformidade, mas respeito às diferenças sob um mesmo propósito de aperfeiçoamento moral e intelectual. A “cultuação” das letras sugere que a cultura é tratada como ferramenta de elevação humana, aproximando os irmãos pelo vínculo do conhecimento compartilhado             A  seguir, aprofunda o princípio de igualdade essencial entre os literatos, destacando que a verdadeira distinção não está na hierarquia, mas na qualidade do trabalho realizado. Nesse contexto, emular torna-se contradição ao espírito fraterno, pois a Maçonaria propõe o progresso interior como medida legítima de crescimento. Cada obreiro é convidado a superar a própria pedra bruta, contribuindo para a harmonia do conjunto sem rivalidades. 

     Por fim, a Academia é apresentada como um “bom teto”, metáfora de abrigo simbólico onde o labor cultural se desenvolve sob orientação de elevados princípios maçônicos. A referência ao Grande Arquiteto do Universo, Deus, surge como elemento tradicional da linguagem iniciática, conferindo unidade ao ideal de construção coletiva. Assim, a Academia Maçônica Virtual Brasileira de Letras revela-se como espaço de edificação intelectual, cultural e fraternal, onde as letras servem de instrumentos para a contínua obra de aperfeiçoamento humano

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Confrade Adilson Zotovici - Cadeira 48 AMVBL


Salve o espaço que inebria

Aos obreiros com erudição

Cinzel e maço à porfia

Um bom canteiro de comunhão


Reina equidade e harmonia

Sem disputa ou competição

Com igualdade, sintonia

E às letras a cultuação


Literatos sua constituição

De fato Iguais sua etnia

Onde emular é contradição


O Grande Arquiteto por Guia

Na cultura a revelação

Bom teto...Douta Academia !


Confrade Denizart Silveira - Cadeira 19  AMVBL


      Neste belo Poema a Academia é figurada por seu autor como um canteiro simbólico de comunhão e construção intelectual, onde os obreiros manejam cinzel e maço não só sobre a pedra bruta, mas também sobre as ideias. A imagem remete diretamente à pedagogia maçônica do aperfeiçoamento contínuo, em que o estudo e a erudição são instrumentos de lapidação do caráter. O espaço descrito pelo poeta torna-se, assim, uma oficina de comunhão fraterna, na qual cada participante contribui para a edificação coletiva do saber.

     A tônica da equidade e da harmonia evoca o ideal de convivência maçônica, livre de disputas profanas e de competições estéreis. A igualdade ali mencionada não significa uniformidade, mas respeito às diferenças sob um mesmo propósito de aperfeiçoamento moral e intelectual. A “cultuação” das letras sugere que a cultura é tratada como ferramenta de elevação humana, aproximando os irmãos pelo vínculo do conhecimento compartilhado             A  seguir, aprofunda o princípio de igualdade essencial entre os literatos, destacando que a verdadeira distinção não está na hierarquia, mas na qualidade do trabalho realizado. Nesse contexto, emular torna-se contradição ao espírito fraterno, pois a Maçonaria propõe o progresso interior como medida legítima de crescimento. Cada obreiro é convidado a superar a própria pedra bruta, contribuindo para a harmonia do conjunto sem rivalidades. 

     Por fim, a Academia é apresentada como um “bom teto”, metáfora de abrigo simbólico onde o labor cultural se desenvolve sob orientação de elevados princípios maçônicos. A referência ao Grande Arquiteto do Universo, Deus, surge como elemento tradicional da linguagem iniciática, conferindo unidade ao ideal de construção coletiva. Assim, a Academia Maçônica Virtual Brasileira de Letras revela-se como espaço de edificação intelectual, cultural e fraternal, onde as letras servem de instrumentos para a contínua obra de aperfeiçoamento humano

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