Confrade Adilson Zotovici - Cadeira 48 AMVBL
Salve o espaço que inebria
Aos obreiros com erudição
Cinzel e maço à porfia
Um bom canteiro de comunhão
Reina equidade e harmonia
Sem disputa ou competição
Com igualdade, sintonia
E às letras a cultuação
Literatos sua constituição
De fato Iguais sua etnia
Onde emular é contradição
O Grande Arquiteto por Guia
Na cultura a revelação
Bom teto...Douta Academia !
Confrade Denizart Silveira - Cadeira 19 AMVBL
Neste belo Poema a Academia é figurada por seu autor como um canteiro simbólico de comunhão e construção intelectual, onde os obreiros manejam cinzel e maço não só sobre a pedra bruta, mas também sobre as ideias. A imagem remete diretamente à pedagogia maçônica do aperfeiçoamento contínuo, em que o estudo e a erudição são instrumentos de lapidação do caráter. O espaço descrito pelo poeta torna-se, assim, uma oficina de comunhão fraterna, na qual cada participante contribui para a edificação coletiva do saber.
A tônica da equidade e da harmonia evoca o ideal de convivência maçônica, livre de disputas profanas e de competições estéreis. A igualdade ali mencionada não significa uniformidade, mas respeito às diferenças sob um mesmo propósito de aperfeiçoamento moral e intelectual. A “cultuação” das letras sugere que a cultura é tratada como ferramenta de elevação humana, aproximando os irmãos pelo vínculo do conhecimento compartilhado A seguir, aprofunda o princípio de igualdade essencial entre os literatos, destacando que a verdadeira distinção não está na hierarquia, mas na qualidade do trabalho realizado. Nesse contexto, emular torna-se contradição ao espírito fraterno, pois a Maçonaria propõe o progresso interior como medida legítima de crescimento. Cada obreiro é convidado a superar a própria pedra bruta, contribuindo para a harmonia do conjunto sem rivalidades.
Por fim, a Academia é apresentada como um “bom teto”, metáfora de abrigo simbólico onde o labor cultural se desenvolve sob orientação de elevados princípios maçônicos. A referência ao Grande Arquiteto do Universo, Deus, surge como elemento tradicional da linguagem iniciática, conferindo unidade ao ideal de construção coletiva. Assim, a Academia Maçônica Virtual Brasileira de Letras revela-se como espaço de edificação intelectual, cultural e fraternal, onde as letras servem de instrumentos para a contínua obra de aperfeiçoamento humano
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Confrade Adilson Zotovici - Cadeira 48 AMVBL
Salve o espaço que inebria
Aos obreiros com erudição
Cinzel e maço à porfia
Um bom canteiro de comunhão
Reina equidade e harmonia
Sem disputa ou competição
Com igualdade, sintonia
E às letras a cultuação
Literatos sua constituição
De fato Iguais sua etnia
Onde emular é contradição
O Grande Arquiteto por Guia
Na cultura a revelação
Bom teto...Douta Academia !
Confrade Denizart Silveira - Cadeira 19 AMVBL
Neste belo Poema a Academia é figurada por seu autor como um canteiro simbólico de comunhão e construção intelectual, onde os obreiros manejam cinzel e maço não só sobre a pedra bruta, mas também sobre as ideias. A imagem remete diretamente à pedagogia maçônica do aperfeiçoamento contínuo, em que o estudo e a erudição são instrumentos de lapidação do caráter. O espaço descrito pelo poeta torna-se, assim, uma oficina de comunhão fraterna, na qual cada participante contribui para a edificação coletiva do saber.
A tônica da equidade e da harmonia evoca o ideal de convivência maçônica, livre de disputas profanas e de competições estéreis. A igualdade ali mencionada não significa uniformidade, mas respeito às diferenças sob um mesmo propósito de aperfeiçoamento moral e intelectual. A “cultuação” das letras sugere que a cultura é tratada como ferramenta de elevação humana, aproximando os irmãos pelo vínculo do conhecimento compartilhado A seguir, aprofunda o princípio de igualdade essencial entre os literatos, destacando que a verdadeira distinção não está na hierarquia, mas na qualidade do trabalho realizado. Nesse contexto, emular torna-se contradição ao espírito fraterno, pois a Maçonaria propõe o progresso interior como medida legítima de crescimento. Cada obreiro é convidado a superar a própria pedra bruta, contribuindo para a harmonia do conjunto sem rivalidades.
Por fim, a Academia é apresentada como um “bom teto”, metáfora de abrigo simbólico onde o labor cultural se desenvolve sob orientação de elevados princípios maçônicos. A referência ao Grande Arquiteto do Universo, Deus, surge como elemento tradicional da linguagem iniciática, conferindo unidade ao ideal de construção coletiva. Assim, a Academia Maçônica Virtual Brasileira de Letras revela-se como espaço de edificação intelectual, cultural e fraternal, onde as letras servem de instrumentos para a contínua obra de aperfeiçoamento humano
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