Em solilóquio com sinceridade
Noite adentro à minha escultura
Como quem cobra, com profundidade
A nossa obra de arquitetura
Do iniciado sua identidade
Sobre os perigos de uma ruptura
De sua jura na fraternidade
Feita em colóquio com a alma pura
Grande Arquiteto em sua Bondade
Deu o Universo à semeadura
Não controverso à nossa irmandade
Livre “o pedreiro” de sua clausura
Não olvidar guião da caridade
Como bordão, como propositura !
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