DEFINIÇÃO DE MAÇONARIA

 



1 – A Maçonaria é uma instituição essencialmente filosófica,

filantrópica, educativa e progressista. Proclama a prevalência do espírito

sobre a matéria. Pugna pelo aperfeiçoamento moral, intelectual e social da

humanidade, por meio do cumprimento inflexível do dever, da prática

desinteressada da beneficência e da investigação constante da verdade.

Seus fins supremos são: a LIBERDADE, a IGUALDADE e a FRATERNIDADE.

 

2 – Condena a exploração do homem, bem como os privilégios e as

regalias, mas enaltece o mérito da inteligência e da virtude, bem como o

valor demonstrado na prestação de serviços à Ordem, à Pátria e à

Humanidade.

 

3 – Afirma que o sectarismo político, religioso ou racial é incompatível

com a universalidade do espírito maçônico. Combate a ignorância, a

superstição e a tirania.

 

4 – Proclama que os homens são livres e iguais em direitos e que a

tolerância constitui o princípio cardeal nas relações humanas, para que

sejam respeitadas as convicções e a dignidade de cada um.

 

5 – Defende a plena liberdade de expressão do pensamento, como

direito fundamental do ser humano, admitida a correlata responsabilidade.

 

6 – Reconhece o trabalho como um dever social; julga-o dignificante e

nobre sob qualquer de suas formas: manual. Intelectual ou técnica.

7 – Considera Irmãos todos os maçons quaisquer que sejam suas

raças, nacionalidades ou crenças.

 

8 – Sustenta que os maçons têm os seguintes deveres essenciais:

amor à Família, fidelidade e devotamento à Pátria e obediência à Lei.

 

9 – Determina que os maçons estendam e liberalizam os laços

fraternais, que os unem, a todos os homens esparsos pela superfície da

Terra.

 

10 – Recomenda a propaganda de sua doutrina pelo exemplo e por

todos os meios de comunicação do pensamento e proscreve

terminantemente o recurso à força e à violência.

 

11 – Adota sinais e emblemas de elevada significação simbólica, os

quais, utilizados nos trabalhos maçônicos, servem também para os maçons

se reconhecerem e se auxiliarem onde quer que se encontrem. ,

QUE LÍNGUA FALAVAM OS PRIMITIVOS PEDREIROS?


 

        A história nos conta que a primeira organização documentada de pedreiros foram os "Collegia Fabrorum", criados pelo segundo Rei de Roma, o sabino Numa Pompílio, cerca de 700 anos antes de Cristo. 

    Também conhecemos o extraordinário legado do Império Romano à civilização ocidental. Entre muitos outros a religião cristã, o Corpus Juris Civilis do Direito Romano, a gestão do Estado, a administração das forças militares, a arte e ciência da construção, que deu origem às magníficas obras espalhadas por toda a Europa e a Asia e até os idiomas derivados do latim como o italiano, o portugues, o frances, o espanhol e o romeno.

    Aqui surge uma curiosidade. Que língua falavam aqueles primitivos pedreiros? Ainda não existia o idioma italiano naquela época. O latim clássico de Cícero e Julio César não era conhecido pela maioria dos cidadãos analfabetos do Império e só era utilizado pelas classes letradas, na Igreja e na política. O populacho falava uma língua simples que foi chamada de latim vulgar ou "latino popolare".

    A partir do século 14, na Toscana, os escritores e poetas passaram a utilizar a língua vulgar florentina na literatura. Assim foi com Dante, Petrarca, Boccacio e outros em suas esplendidas obras, mais tarde vertidas para quase  todos os idiomas do mundo.

    O que hoje conhecemos como Itália era uma colcha de retalhos de pequenos reinos, cidades-estado, ducados, condados, etc  que só foi totalmente unificada por Cavour e Garibaldi em 1861.Cada uma destas cidades-estado tinha um regime de governo diferente, falava idiomas diversos bem como eram diversas suas moedas e sistemas de medida.  . Conforme a região falava-se o idioma siciliano, o veneto, o romano, o fiorentino, o napolitano, o piamontese e dezenas de outros, que ainda hoje se mantém como dialetos. 

    Nesta época Florença (Firenze), capital da Toscana, era o centro cultural e econômico da Bota Italiana. A língua florentina não era só a idioma da literatura, mas também do comércio e da política. Os poderosos políticos, os ricos homens de negócios e a classe intelectual usavam este idioma para se comunicarem entre si. Desta forma, a lingua florentina e o idioma italiano passaram a significar quase a mesma coisa.

    Mas quando houve a unificação, depois de anos de violentos conflitos, criou-se um Estado, mas não havia uma língua nacional, uma vez que grande parte dos cidadãos não entendiam o florentino, ou não o falavam com desembaraço. Mesmo hoje apenas 75% da população conhece a versão que se firmou como a língua italiana, e milhões de pessoas ainda usam os seus dialetos regionais. 

    Então podemos imaginar que os pedreiros oriundos das diversas regiões da Bota, com dificuldades da compreensão recíproca, se expressavam e se entendiam por símbolos, que significam a mesma coisa para a maior parte das pessoas, independentemente do idioma que falam. E nós na maçonaria, fazemos a mesma coisa. Em qualquer local do planeta, em qualquer Loja, independentemente da língua falada, conhecemos os símbolos e as alegorias e nos sentimos em casa,

COMO FAZER CRESCER E FORTALECER A SUA LOJA MAÇONICA


- Participe de todas as reuniões. Seja um dos primeiros a chegar e um dos últimos a sair.

- Não recuse cargos ou responsabilidades. Seja voluntário e participe de todas as atividades, 

- Estude. Leia e aprenda. Pergunte. Tente decorar o  ritual ou pelo menos a parte da qual você participa.. Se na Inglaterra todos decoram os rituais você também pode.

- Viva a Maçonaria fora e dentro da Loja - 24 horas, 7 dias por semana, 365 dias por ano. Se puder procure ajudar os Irmãos que você conhece.

- Não seja vaidoso ou orgulhoso por ser maçom. Mais que um privilégio é uma oportunidade de , prestar serviço e exercitar humildade. Evite boatos, fofocas e maledicência.

- Convide candidatos a irmãos. Devem ser tão bons quanto aqueles que frequentam a sua casa.

- Pague suas mensalidades em dia. A Loja também é sua e quando alguém não paga penaliza os demais,

- Trate os irmãos como a sua própria família, pois é o que eles são; com consideração, estima e respeito.

- Honre o passado da maçonaria, preserve as tradições e a cultura da Loja.

- Lidere pelo exemplo. Seja a mudança que você deseja ver na Loja.

- Não pergunte o que a Maçonaria pode fazer por você; mas o que você pode fazer pela Maçonaria.

- Siga os Antigos Landmarks,  a Constituição e Regulamentos da Potência, Estatutos, Orientações e os  Rituais da Maçonaria devem ser o seu guia constante.

- Nunca veja uma situação como impossível. Aceite os desafios, supere todos os obstáculos e produza resultados positivos que beneficiam a todos.

- Incorpore ordem e decoro. Siga os rituais. Quando em Loja evite conversas paralelas durante as sessões. 

- Não abrigue ressentimentos contra qualquer irmão. Vá até ele e resolva o problema. Faça as pazes. Cure todas as feridas e fortaleça o vínculo que os une como verdadeiros irmãos.

PRINCIPIOS BÁSICOS PARA O RECONHECIMENTO DE UMA GRANDE LOJA

 



        Em 4 de Setembro de 1929, a Grande Loja Unida da Inglaterra aprovou as seguintes Princípios Básicos para Reconhecimento de Grande Loja, e uma Grande Loja que seja fiel a esses princípios é geralmente considerada regular:

        Regularidade de origem, ou seja, cada Grande Loja deverá ter sido estabelecida legalmente por uma Grande Loja devidamente constituída ou por três ou mais Lojas regularmente constituídas.

        Que uma crença no GADU e Sua vontade revelada será uma qualificação essencial para o ingresso.

        Que todos os Iniciados assumirão sua obrigação sobre ou em plena vista do volume aberto da Lei Sagrada, pelo qual se entende a revelação do alto, que é vinculante para a consciência do indivíduo em particular que está sendo iniciado.

        Que os membros da Grande Loja e das Lojas individuais serão exclusivamente homens; e que cada Grande Loja não terá qualquer relação Maçônica de qualquer tipo de Loja mista ou corpos maçônicos que admitam mulheres como membros.

        Que a Grande Loja terá jurisdição soberana sobre as Lojas sob seu controle; ou seja, que ela será uma organização responsável, auto governada e independente, com autoridade única e incontestável sobre a Ordem ou Graus Simbólicos (Aprendiz, Companheiro e Mestre Maçom) dentro de sua jurisdição; e de modo algum estará sujeita a, ou dividirá essa autoridade com um Conselho Supremo ou outro Poder reclamando qualquer controle ou supervisão sobre esses graus.

        Que as três Grandes Luzes da Maçonaria (ou seja, o Volume da Lei sagrada, o Esquadro, e o Compasso) estarão sempre exibidos quando a Grande Loja ou suas Lojas subordinados estão trabalhando, o principal deles sendo o volume da Lei Sagrada.

        Que a discussão de religião e política dentro da Loja seja estritamente proibida.

        Que os princípios dos Antigos Landmarks, costumes e usos do Ofício sejam estritamente observados.

O SEQUILHO COM GOIABADA

        



         Criei o costume de toda semana comprar sequilho com goiabada na padaria perto daqui de casa. Comê-lo bebendo um café sem açúcar tornou-se, sem exagero, um dos momentos mais deliciosos da semana (tirando o dia da coxinha com café). Mas a goiabada me incomodava. Não necessariamente ela, mas sua pouca quantidade. Era um pingo no meio do sequilho. Reclamei na padaria, chamei o padeiro de casquinha e tudo mais. 

        Outro dia, voltando para casa, passei pela padaria e, pra minha sorte, disseram que havia um sequilho especial pra mim. Lá estava, o meu sonho num sequilho de um real. Quase que completamente coberto de goiabada. 

        Chegando em casa, preparado o café e toda a ritualística necessária para consumir o apetecível sequilho, ocorreu que não comi nem a metade. Enjoei na segunda mordida. Doce demais, chegava a dar náuseas. 

        Dia seguinte, cheguei na padaria e lá estava: outro sequilho coberto de goiabada. Me ofereceram e, por vergonha de dizer que odiei o do dia anterior, comprei. Em casa, raspei a goiabada e comi. 

        O problema, o inferno, não era a goiabada nem o padeiro, era eu. Fui eu quem, amando o que amava, queria do meu jeito, sem entender que eu gostava era do jeito que era, porque se do meu jeito fosse, eu rejeitaria, enjoaria e até tentaria fazê-lo voltar a ser como era. 

        Assim fazemos com as pessoas também. No início as amamos como são, depois que estão conosco começamos a criticar, tentamos mudá-las, tentamos "colocar do nosso jeito", sem saber que nosso jeito são nossas projeções, pessoas que não existem, e que se existissem, enjoaríamos delas. 

        Assim fazemos com a maçonaria. Quando somos iniciados, estamos cheios de encanto. Quando viramos mestres apontamos os inúmeros defeitos e queremos mudar tudo.

        Transformamos para descartar, porque quando aquela pessoa muda, muito provavelmente quem gostávamos não está mais lá. 

        Essa semana voltei a padaria, pedi o sequilho sem goiabada e mandei avisar ao padeiro que o próximo texto quem escreve é ele, provavelmente virá algo de bom, ainda que não seja doce.

        Abençoados sejam meus amigos cada qual a sua maneira e o seu jeito de ser.

O CAVALO E O PORCO - UMA METÁFORA DE APADRINHAMENTO

 


        A vida corria tranquila na fazenda, os animais confraternizavam e o fazendeiro estava muito feliz até que um virus atingiu o cavalo favorito do dono, que enfraquecia a olhos vistos. O veterinário foi chamado, examinou e diagnosticou: - O cavalo está com grave virose. Vou lhe dar este remédio e aguardar três dias. Caso não melhore será necessário sacrfica-lo para que o virus não se espalhe. - O profissional aplicou o medicamento e foi embora. Enquanto isso, o porco escutava toda a conversa. 

        O porco aproximou-se do cavalo e lhe disse: - Força amigão, trate de reagir senão voce será sacrificado.

        No segundo dia, mais uma vez o porco disse: - Força meu amigo, reaja, eu vou ajuda-lo a se levantar.

        No terceiro dia, o veterinário retornou, examinou o animal e disse ao fazendeiro: - Infelizmente o cavalo não reagiu, Amanha terei de sacrifica-lo, e foi embora.

        O porco se aproximou e disse: - Vamos cara, é agora ou nunca. Coragem. Levante ou você vai morrer. Vamos. Upa! Upa! Força campeão. Vamos lá. Devagar. Isso! Isso! Levante! Ande! Boa! Agora corra! Isso! Você venceu!

        No dia seguinte, quando o veterinário e o dono chegaram viram o cavalo correndo. Muito feliz o dono disse: - Que maravilha, meu cavalo sarou, Isso merece uma festa. Vamos matar o porco.

        Se você já apadrinhou um amigo na Ordem que não honrou o avental, você infelizmente fez o papel do porco. O cavalo correu e ao porco sobra a frustração e o desencanto. Pense nisso cuidadosamente ante de apresentar alguém.. 

A ABREVIATURA NA MAÇONARIA ∴




Para manter os documentos maçônicos a salvo de profanos costuma-se fazer abreviaturas, através da apócope de palavras escritas, colocando-se logo depois do corte na palavra os três pontos em forma de um triângulo equilátero.

Existe um certo número de palavras que, abreviadas, são entendidas pelos Maçons. Não se pode fazer chegar ao excesso de abreviar indiscriminadamente, qualquer palavra, numa prática que vem tornando incompreensíveis os rituais, até para os próprios Maçons do rito.

Para formar as abreviaturas, existem duas regras fundamentais:

1 – O corte das palavras deve ser feito, sempre, entre uma consoante e uma vogal; pôr exemplo: Or∴ = Oriente. A única exceção a essa regra, é a palavra Irmãos, cuja abreviatura costumeira é Ir∴ Alguns autores costumam citar, também, como exceção, a palavra Aprendiz, cuja abreviatura seria Ap∴, ocorre, entretanto, que essa forma é errada, pois a abreviatura correta e mais usual é Apr∴

2 – O plural das palavras é feito através da repetição da letra inicial; pôr exemplo:

OOr∴ = Orientes; VVig∴ = Vigilantes; IIr∴ = Irmãos.

Existe, todavia, outra forma, menos costumeira, mas é usada por algumas Obediências europeias e que consiste em repetir a palavra abreviada, para indicar o plural; exemplos: Or∴Or∴= Orientes; Vig∴Vig∴= Vigilantes; Ir∴Ir∴= Irmãos.

As principais abreviaturas usadas, em Maçonaria, são:

Ac∴ = Acácia;  A∴ou Alt∴ = Altar;  A∴ dos JJur∴ = Altar dos Juramentos

A∴ dos PPer∴= Altar dos Perfumes; Apr∴ = Aprendiz;  Aters∴ = Atersata

Aum∴de Sal∴ = Aumento de Salário; Av∴ = Avental;  Bal∴ = Balaústre

Bat∴ = Bateria; Cad∴de Un∴ = Cadeia de União; Cam∴de Refl∴= Câmara de Reflexão

Chanc∴ = Chanceler;  Cobr∴ = Cobridor; Col∴ = Coluna; Col∴Grav∴= Coluna Gravada

C∴ = Companheiro; Comp∴ = Compasso; Cons∴ de Fam∴ = Conselho de Família

Delt∴ Rad∴ = Delta Radiante; Diac∴ = Diácono; Entr∴CCol∴ = Entre Colunas

Esp∴ = Espada;  Esp∴Flam∴ = Espada Flamejante; Estr∴ = Estrela

Estr∴Flam∴= Estrela Flamejante; Exp∴ = Experto; FF∴dd∴VV∴ = Filhos da Viúva

G∴d∴ L∴ = Guarda da Lei; G∴d∴T∴ = Guarda do Templo; Gr∴= Grande, ou grão

Gr∴M∴ = Grão Mestre;  Gl∴ = Glória; Hosp∴ = Hospitaleiro; Hospit∴ = Hospitalaria

In∴ = Iniciação; Ir∴ ou Irm∴ = Irmão; J∴ e P∴ = Justo e Perfeito; L∴da L∴ = Livro da Lei

Livr∴ ou L∴ = Livro (L∴ sozinho é mais para indicar a Luz)Maç∴ = Maçom

L∴das SS∴ EE∴ = Livro das Sagradas Escrituras; Loj∴ = Loja; Maçon∴ = Maçonaria; 

Maçon∴ Fil∴ = Maçonaria Filosófica; Maçon∴Simb∴ = Maçonaria Simbólica

M∴ de CCer∴ = Mestre de CerimôniasM∴de Harm∴ = Mestre de Harmonia

M∴ I∴ = Mestre Instalado; M∴M∴ = Mestre Maçom; N∴ = Nível; Obr∴ = Obreiro

Ob∴ = ObediênciaOf∴ = Oficina; Ofic∴ = Oficial; Ord∴ = Ordem; Or∴ = Oriente

Orad∴ = Orador; Orat∴ = OratóriaOc∴ = Ocidente; Pain∴ = Painel; P∴de P∴ =  de Passe

P∴S∴= Palavra Sagrada; P∴Sem∴ = Palavra Semestral; P∴M∴ = Past Master;

P∴M∴I∴ = Past Master Imediato (mais recente); P∴Mos∴= Pavimento Mosaico;

Peç∴de Arq∴ = Peça de Arquitetura;  Pot∴ = Potência; Pr∴ = Prancha; Pranch∴ = Prancheta;

Prof∴ = Profano; Prop∴ = Proposta; Perp∴= Perpendicular; Q∴P∴ = Quite-Placet

Reg∴ = Régua; Rit∴= Ritualística; Rit∴ e Lit∴ = Ritualística e Liturgia; Sagr∴ = Sagração;

Sal∴dos PP∴PPerd∴= Sala dos Passos Perdidos; Seren∴ = Sereníssimo; Simb∴ = Símbolo;

Sess∴Br∴= Sessão BrancaSess∴Econ∴ = Sessão Econômica; Saud∴ = Saudação

Sin∴de Ord∴ = Sinal de Ordem; Sin∴Gut∴ = Sinal GuturalSin∴Cord∴ = Sinal Cordial

Sess∴Esp∴= Sessão Especial;  Sess∴Magn∴ = Sessão Magna;  Secret∴= Secretaria

Sin∴ = Sinal; Sin∴ Ventr∴ = Sinal VentralSin∴ Pen∴= Sinal Penal; Sob∴ = Soberano;

Sob∴Gr∴Com∴= Soberano Grande Comendador; Subl∴Ord∴ = Sublime Ordem;

T∴de Del∴ ou T∴de D∴= Tábua de Delinear; Telh∴ = Telhar; Telhad∴ = Telhador

T∴de J∴ = Templo de Jerusalém; Tr∴ = Tronco; Traç∴ = Traçado;

Tr∴de Benef∴ = Tronco de BeneficênciaTr∴Fr∴Abr∴ = Tríplice Fraternal Abraço;

Tr∴GGr∴LL∴EEmblem∴= Três Grandes Luzes EmblemáticasTriang∴ = Triângulo;

Tr∴de Sol∴ = Tronco de Solidariedade; Trolh∴ = Trolhar; Un∴ = Universo;

V∴M∴ = Venerável Mestre; Vig∴ = Vigilante

Além dessas palavras, rigorosamente de acordo com a regra número um, para abreviaturas, existem certas locuções que, embora em desacordo com a referida regra, foram consagradas pelo uso, tais como:

G∴A∴D∴U∴ = Grande Arquiteto do Universo; o correto Seria Gr∴A∴do U∴, ou Gr∴Arq∴do Un∴. Antigos impressos maçônicos registram Gr∴Arch∴do Un∴ (na ortografia antiga, e de maneira absolutamente correta; mais modernamente é que surgiu a forma incorreta).

À∴G∴D∴G∴A∴D∴U∴ = À Glória do Grande Arquiteto do Universo; a abreviatura é duplamente incorreta: primeiramente, porque coloca os três pontos depois da “`a”, onde não houve corte de palavra; e segundo, porque a abreviatura correta de Glória é Gl∴(assim como de Grande é Gr∴). Desta maneira, o correto seria: À Gl∴do Gr∴A∴do U∴, ou À Gl∴do Gr∴Arq∴do Un∴.

T∴e F∴A∴ = Tríplice e Fraternal Abraço; a abreviatura é incorreta, pois o certo seria Tr∴e Fr∴Abr∴ (abreviatura A∴ é mais utilizada para Altar).

A∴R∴L∴S∴ = Augusta e Respeitável Loja Simbólica; a abreviatura é duplamente incorreta, porque elimina o “e” e porque faz o corte da palavra “Augusta” entre duas vogais. Assim, o correto seria Aug∴ e R∴ L∴S∴, ou Aug∴e Resp∴Loj∴Simb∴ (esta última é mais certa, já que o “S” é mais reservado para “Sul” e “L” para “Luz”).

Outras locuções, além de algumas já citadas na relação inicial, totalmente corretas são:

S∴F∴U∴= Saúde, Força, União.

A∴V∴L∴= Ano da Verdadeira Luz (embora o certíssimo fosse A∴da V∴L∴).

A∴L∴= Anno Lucis. (Ano da Luz)

E∴V∴= Era Vulgar.

T∴S∴= Taça Sagrada.

A∴R∴= Arte Real.

R∴E∴A∴A∴= Rito Escocês Antigo e Aceito (embora o certíssimo fosse R∴E∴A∴e A∴).

L∴de S∴J∴= Loja de São João (alguns grafam L∴S∴J∴, forma não corretíssima, pela falta do “de”).

L∴J∴P∴R∴= Loja Justa, Perfeita e Regular (o correto seria L∴J∴P∴e R∴).

Q∴ de O∴= Quadro de Obreiros.

T∴J∴ e P∴= Tudo Justo e Perfeito.

De N∴a S∴, do Or∴ao Oc, do Z∴ao N∴= De Norte a Sul, do Oriente ao Ocidente, do Zênite ao Nadir.

MM∴IIr∴C∴T∴M∴R∴= Meus Irmãos como tal me reconhecem.

C∴do M∴= Câmara do Meio.

L∴I∴Fr∴= Liberdade, Igualdade, Fraternidade (a forma L∴I∴F∴é errada).

T∴do R∴S∴= Templo do Rei Salomão.

S∴F∴B∴= Sabedoria, Força, Beleza.

S∴S∴S∴= Salus, Sapientia, Stabilitas (locução latina, que significa Saúde, Sabedoria e Firmeza, ou Estabilidade). Não é como muitos pensam, dizem e praticam, “Saúde, Saúde, Saúde”.

 

Bibliografia:

Dicionário de Termos Maçônicos - José Castellani

MAÇONARIA & INTERNET - IR. KENNYO ISMAIL


    Este é um texto de um dos mais inteligentes e informados maçons brasileiros.

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Os maçons mais antigos e conservadores dizem que a Internet representa a decadência, talvez o fim da da Maçonaria. Para esses, a Internet vem promovendo uma “banalização” da tradição e ensinamentos maçônicos ao tornar acessível todo tipo de material literário maçônico que se possa imaginar.

O engraçado é que, enquanto a Internet é algo relativamente jovem, tendo mal alcançado sua maioridade, faz pelo menos três séculos que a Maçonaria tem enfrentado ataques, através principalmente de livros e bulas papais. A Internet é apenas um meio de comunicação.

Não é a Internet que causa algum mal à Maçonaria, senão a ignorância, a intolerância e o fanatismo dos homens. Faça um exercício simples: vá até um parente ou amigo que não seja maçom e pergunte se ele já visitou algum site ou blog de maçonaria. Provavelmente você escutará um não, por não ser um assunto de interesse dele.

Na Internet, assim como em qualquer outro meio, a literatura não cai no seu colo, você tem que procurar. E só procura por um tema aquele que se interessa por ele. Aqueles que leem sobre Maçonaria na Internet são, quase que em totalidade, maçons. Os curiosos são pouquíssimos, e para esses há também uma infinidade de livros nas livrarias e bibliotecas de todo o país. A culpa definitivamente não é da Internet.

Faça um outro exercício: pesquise os sites antimaçônicos na Internet. Esses sites argumentam de forma intolerante contra a maçonaria e realizam interpretações literais distorcidas e equivocadas de frases isoladas de obras maçônicas. Verifique se as fontes maçônicas usadas por esses movimentos fanáticos são sites da Internet ou se são livros. Você irá descobrir que utilizam uma densa bibliografia maçônica de autores consagrados como Pike, Mackey e Oliver. Mas nenhum site ou blog maçônico.

Mesmo assim, o preconceito dos mais conservadores para com a Maçonaria na Internet e os Irmãos que a promovem ainda é forte. E por conta disso, pode-se ver um grande contraste de conceitos dentro da instituição: Por um lado, você tem os maçons escritores de livros, cujos livros estão disponibilizados nas livrarias de qualquer Shopping do país, acessíveis a qualquer um disposto a pagar.

Esses são considerados pelos conservadores como os intelectuais de maçonaria, imortalizados pelas páginas impressas. Por outro, você tem os maçons blogueiros, cujos blogs proporcionam literatura maçônica diária, gratuita e de qualidade aos irmãos. Esses últimos são considerados pelos conservadores muitas vezes como os traidores da Ordem. 

Mas a verdade é que tanto o autor de livros como o blogueiro fazem a mesma coisa: escrevem. Ambos são escritores, apenas publicando em formatos diferentes. Não se deve julgá-los pelo meio de publicação e sim pelo conteúdo que produzem.

Há ainda outros pontos a serem considerados: No caso dos livros maçônicos publicados, seus preços são relativamente altos, visto a leitura ser específica, não havendo economia de escala; há a necessidade do Irmão se deslocar até uma grande livraria ou comprar pela internet, o que gera um custo de frete e demanda tempo; são poucas as editoras que publicam o gênero, o que faz com que as obras demorem muito a serem publicadas.

Em contrapartida, as editoras servem como “filtro”, em que grandes aberrações não costumam ser publicadas, além dos livros serem mais densos, proporcionando conteúdo mais completo sobre o tema abordado. Já no caso dos blogs maçônicos, o prazo entre a produção e a publicação é praticamente inexistente, assim como o prazo para acesso ao conteúdo; os escritores não são reféns da boa vontade de editoras; o conteúdo é gratuito e a publicação e distribuição não ficam restritas geograficamente.

Em contrapartida, não existe um “filtro de qualidade”, o qual deve ser feito pelo próprio leitor, e o conteúdo é, necessariamente, resumido. Enfim, cada meio possui os seus prós e contras. O sociólogo canadense McLuhan estava certo em sua afirmação de que “o meio é a mensagem”, pois o meio impacta diretamente no formato e modo de transmissão da mensagem, e consequentemente sua absorção.

Mas até McLuhan manteve o conteúdo isento de tal conceito. O que o maçom de hoje precisa ter em mente é que esse é o mundo em que vivemos. Blogueiros são convidados para cobrirem grandes eventos, entrevistam presidentes da república e dão entrevistas para rádios, revistas e programas de TV.

Um curioso não descobrirá mais ou menos sobre maçonaria com um blog do que visitando uma livraria ou biblioteca pública. Seja livro, blog, revista, site ou jornal, todos são escritores, e quase nunca se restringem a um único meio.

Por isso, valorize o escritor maçônico. Valorize aqueles Irmãos que se preocupam em compartilhar conhecimento com os demais. O meio pouco importa, desde que o conteúdo chegue aos Irmãos, faça-os refletir e colabore em seus desenvolvimentos.


SERÁ A MAÇONARIA UMA ESCOLA DE LÍDERES ?

 


  


    Todo  maçom é um líder em sua comunidade familiar e  profissional e esta é uma das principais razões pela qual é convidado.  Liderança que foi sendo adquirida ao longo do tempo, na luta diária e por força das circunstancias que lhe são impostas pelo mundo profano.

    Mas quando de sua iniciação, como aprendiz, ele começa do zero, subordinado a uma hierarquia de graus que vão sendo galgados, de acordo com as instruções e os interstícios.. Não existe nenhuma instrução ou preparação  para o treinamento de lideranças maçônicas, fundamentadas na doutrina, na filosofia, na moral e na ética maçônica.

    Não se preparam os obreiros para atuarem no mundo profano como líderes, como fazem os partidos políticos,  as Igrejas e os clubes de serviços como Rotarys e Lions. Cada um que busque utilizar os conhecimentos já adquiridos antes de ingressar na Ordem e procure  se destacar da melhor maneira, tanto no âmbito da Maçonaria como na sociedade. 

    Seria importante preparar melhor os nossos obreiros para atuarem como líderes e para tanto é preciso criar em cada potência uma Escola de Preparação de Líderes. Desta forma teremos excelentes lideres maçônicos atuando no mundo profano.

PALESTRA EM PALHOÇA - SC



CONVITE

Em busca de desenvolver e potencializar a capacidade intelectual dos Maçons, as *Lojas Acácia Palhocense n° 97, Templários da Nova Era n° 91 e Alferes Tiradentes n° 20, todas jurisdicionadas a M∴R∴G∴L∴S∴C∴*,  tem o prazer e honra de convidar Todos os Maçons Regulares , para participarem da sua *2ª Reunião Virtual Conjunta*, com o Tema: *AS LIÇÕES DA ARCA DE NOÉ - OS ENSINAMENTOS PARA UM RELACIONAMENTO FELIZ*  a ser Proferida pelo Querido e Amado *Ir∴ Michael Winetzki Israelense, MI, 33º, da ARLS Tríplice Aliança 341 de Mongaguá, SP, da G∴L∴E∴S∴P∴*. Foi executivo-chefe de uma empresa nas áreas de tecnologia e ciência médica e depois de aposentado tornou-se escritor e palestrante - www.michelpalestrante.com.br., através do ZOOM.

 Data:  24 de Março de 2021. 

 Abertura da sala: 19:30hs (horário de Brasília) 

Além do eterno aprendizado, todo Maçom deve estar consciente de que existe uma intencionalidade educativa no seio da Maçonaria, mesmo que não resulte em Graus ou Títulos.

 A sua presença é muito importante para todos nós! 


PALESTRA: AS LIÇÕES DA ARCA DE NOÉ - OS ENSINAMENTOS PARA UM RELACIONAMENTO FELIZ



Em busca de desenvolver e potencializar a capacidade intelectual dos Maçons, as Lojas Acácia Palhocense n° 97, Templários da Nova Era n° 91 e Alferes Tiradentes n° 20, todas jurisdicionadas a M∴R∴G∴L∴S∴C∴,  tem o prazer e honra de convidar Todos os Maçons Regulares , para participarem da sua 2ª Reunião Virtual Conjunta, com o Tema: AS LIÇÕES DA ARCA DE NOÉ - OS ENSINAMENTOS PARA UM RELACIONAMENTO FELIZ  a ser Proferida pelo Querido e Amado Ir∴ Michael Winetzki Israelense, MI, 33º, da ARLS Tríplice Aliança 341 de Mongaguá, SP, da G∴L∴E∴S∴P∴. Foi executivo-chefe de uma empresa nas áreas de tecnologia e ciência médica e depois de aposentado tornou-se escritor e palestrante - www.michelpalestrante.com.br., através do ZOOM.

 Data:  24 de Março de 2021. 

 Abertura da sala: 19:30hs (horário de Brasília) 

 Abertura da Reunião Virtual: 19:30hs (horário de Brasília)🇧🇷

 Horário de Londres e Lisboa: 23:30hs 🇬🇧 🇵🇹

 Horário de Nova York, Porto Príncipe e La Paz: 18:30hs 🇺🇸 🇭🇹 🇧🇴

Além do eterno aprendizado, todo Maçom deve estar consciente de que existe uma intencionalidade educativa no seio da Maçonaria, mesmo que não resulte em Graus ou Títulos.

 A sua presença é muito importante para todos nós! 

FERRAMENTA DE ACESSO - ZOOM

Entrar na reunião Zoom

https://zoom.us/j/3478704031?pwd=TnB1aDRNbklSVDQ5UEI5NllubldLUT0

ID da reunião: 347 870 4031

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A INSTRUMENTAÇÃO PARA A EVOLUÇÃO DO MAÇOM




        Quase todos os escritores maçons dedicaram  obras sobre a importância da simbologia para a Maçonaria. É impossível referir-se a Ordem Maçônica, sem aludir aos símbolos que a representam e àqueles utilizados no processo de repasse de sua doutrina e ensinamentos.

        Sempre que se analisa um símbolo maçônico esta análise é original porque a visão que se tem sobre um símbolo é sempre pessoal. São estas múltiplas visões que dão a Ordem Maçônica o caráter dinâmico e de adaptação aos novos tempos e as novas idéias que constantemente surgem.

        Segundo Fernando Pessoa, em nota preliminar ao seu livro “Mensagem”, o entendimento e a assimilação das mensagens contidas em um símbolo dependem de cinco qualidades ou condições consideradas básicas:

.Simpatia; Intuição; Inteligência; Compreensão ou Discernimento; Graça ou Revelação.

        Na Maçonaria a maior parte dos símbolos e metáforas que são utilizados, provêm da antiga atividade profissional e corporativa dos pedreiros medievais. Construtores que eram, principalmente de Igrejas, grandiosas Catedrais, sólidos castelos e fortalezas, os pedreiros medievais corporativamente organizados constituíam a Maçonaria Operativa que evoluiu para as Organizações Maçônicas Simbólicas e Especulativas contemporâneas:

        “Embora não haja documentação que o comprove, deve-se admitir que os Maçons Operativos, os franco-maçons, usavam seus instrumentos de trabalho como símbolos de sua profissão, pois caso contrário não se teria esse simbolismo na Maçonaria Moderna. A existência desse simbolismo é a mais evidente demonstração de que houve (…), contatos diretos entre os Maçons Modernos e os franco-maçons profissionais, e demorados o suficiente para que essa transmissão se consolidasse (…)” (PETERS, 2003, passim)

        O escritor Ambrósio Peters, nos coloca ainda que aqueles que seriam os símbolos principais e essenciais a existência da atual Maçonaria Especulativa (Simbólica). Cabe destacar também que são destes símbolos que os Maçons metaforicamente retiram os princípios básicos e os seus principais ensinamentos éticos e morais:

        “O trabalho dos franco-maçons, limitava-se aos canteiros de obras e à construção em si. Os instrumentos que eles usavam eram o esquadro, o compasso e a régua para determinar a forma exata das pedras a serem lavradas, o maço e o cinzel, para dar-lhes a forma adequada, e o nível e o prumo, para assentá-las com perfeição nos lugares previstos na estrutura da obra. Eram, portanto três diferentes grupos de instrumentos, cada qual representando uma etapa da obra (…)” (Idem)

        Podemos, com base no trabalho desenvolvido pelos pedreiros medievais, concluir que existiam três diferentes grupos de instrumentos operativos. Cada um destes instrumentos estava ligado a uma das fases da construção. Cada fase exigia do construtor um nível diferente de conhecimento para a sua execução e finalização:

    . A medição ou especificação do tamanho e do formato das pedras;

    . O desbaste, adequação das formas e o polimento para dar o acabamento adequado às pedras;

    . A aplicação e o assentamento das pedras na construção.

      Estes conjuntos de instrumentos que são necessários a execução de cada etapa da obra, indicam na Ordem Maçônica, simbolicamente os diversos Graus que nela existem. Cada Grau, representa na Maçonaria, todo um conjunto de conhecimentos que são necessários ao aperfeiçoamento e ao crescimento moral e ético dos Maçons.

    Uma das muitas certezas que a vida em sociedade e a evolução do conhecimento humano nos deram, foi a de que nem todos os homens assimilam de maneira semelhante as mensagens da Simbologia Maçônica. Como se coloca em alguns rituais: devemos pensar mais do que falamos. A reflexão e a consequente meditação são essenciais a compreensão da linguagem maçônica.

    O avanço pelos diversos graus, portanto não deve ser considerado pelo tempo que está sendo empregado, não devem ser conduzidos pela pressa. O que deve ser levado em conta é o esforço individual e o desprendimento pessoal de cada Maçom, conforme o seu potencial e capacidades para poder galgar com segurança e sabedoria os degraus da Escada de Jacó.

PALESTRA NA ARLS BENEFICENTE DE SÃO LOURENÇO 1370 - MG



Olá meus irmãos 😃😃😃

Hoje a partir das 20:00 teremos o nosso encontro virtual da nossa loja:

A.'.R.'.L.'.S.'. Beneficente de São Lourenço, nº 1.370 - Gr.'.Benf.'. da Ordem, Federada ao GOB – Jurisdicionada ao GOBMG.

Teremos como tema principal além da rotineira confraternização nos 10min inicias a apresentação da peça de arquitetura intitulada:

Maçonaria: de Isaac Newton à internet.

Ministrada pelo irmão:

Michael Winetzki – MI - 33º - CIM 73.184

Escritor e palestrante

A:.R:.L:.S:. TRÍPLICE ALIANÇA 341    GLESP  Mongaguá, SP

Membro honorário das

ARLS Reintegração e Concórdia 57 – Goiânia e

ARLS José do Patrocínio 148 – Valparaíso de Goiás    GLEG

Membro correspondente fundador das 

ARLS Virtual Lux in Tenebris 47 – GLOMARON

ARLS Virtual Luz e Conhecimento 103 - GLEPA

A partir das 19:50 estaremos liberando o acesso pelo link:

lhttps://meet.google.com/tid-jodk-bik

⬆️ é só clicar neste link ACIMA a partir das 19:50 que terá acesso ao nosso encontro de hoje .

Aguardaremos a sua inestimável presença.

T ∴ F ∴ A ∴ 

Ir.’. William 

Chanceler


IRONIA DO DESTINO - Leandro Karnal



Mais de 80 anos atrás, na Grécia, 60 mil judeus viviam pacificamente em Thessaloniki.

Era uma comunidade vibrante e valiosa, com a maioria desses judeus trabalhando no porto.  O porto de Thessaloniki, apesar de sua intensa dinâmica, fechava aos sábados no Shabat.

Lá também viveram e estudaram grandes rabinos eméritos.  Todos participaram e curtiram com alegria.

Mas em 2 de setembro de 1939, na véspera da eclosão da Segunda Guerra Mundial, foi nessa comunidade gloriosa que o terror nazista emergiu repentinamente.  Em 6 de abril de 1941, Hitler invadiu a Grécia para garantir sua frente sul antes de lançar a famosa Operação Barbarossa e sua grande ofensiva contra a Rússia.

Dos 60.000 judeus em Thessaloniki, cerca de 50.000 foram exterminados no campo de concentração de Birkenau ... triste tempo recorde.

O massacre dos judeus da Grécia foi breve, mas intenso. Muitos poucos tiveram a chance de se salvar.

Mas entre os sobreviventes estava uma família conhecida como Bourla. E depois da guerra, em 1961, um filho nasceu nesta família milagrosa que contornou os campos de extermínio.

Seus pais o chamavam de Israel, Abraão.  Ele cresceu e estudou medicina veterinária na Grécia.  Esse aluno brilhante, Abraham, obteve seu Ph.D. em biotecnologia reprodutiva na escola de veterinária da Universidade Aristóteles em Thessaloniki.

Aos 34 anos, ele decidiu se mudar para os Estados Unidos.  Ele mudou seu primeiro nome.  Abraham por Albert.  Ele conheceu uma mulher judia chamada Miriam e depois do namoro ela se tornou sua esposa.  Juntos, eles tiveram 2 filhos.

Nos Estados Unidos, Albert ingressou na indústria médica.  Ele progrediu muito rapidamente e ingressou em uma empresa farmacêutica onde se tornou CEO.

Abraham (Albert) subiu na hierarquia e garantiu sua nomeação como CEO da empresa em 2019.

 Ao longo do ano Albert decide direcionar todos os esforços da empresa para tentar encontrar uma vacina contra um novo vírus que acaba de atacar o mundo.

Ele fez grandes esforços financeiros e tecnológicos para atingir seu objetivo.  Um ano depois, seu trabalho, vinculado às diretrizes da OMS (Organização Mundial da Saúde), valida a autorização de sua empresa para produzir a tão esperada vacina.

Sua vacina agora é distribuída em vários países, incluindo a Alemanha, que contabiliza milhares de mortes pela pandemia.

Ironicamente, esta vacina que salvará a vida de milhões de pessoas em todo o mundo, incluindo muitos alemães, foi dirigida e promovida por um pequeno judeu de Thessaloniki, filho de sobreviventes do Holocausto, cuja maioria de seu povo foi exterminada pela Alemanha nazista.

E é por isso que Israel se tornou o primeiro país a receber a vacina.  Em memória de seus avós e pais que deram à luz a Israel-Abraham Bourla, hoje conhecido como

 Albert Bourla: o CEO da Pfizer.

MAÇONARIA, DE ISAAC NEWTON À INTERNET


Meus irmãos. 

Restam 48 exemplares da segunda edição do meu livro: "Maçonaria de Isaac Newton à Internet". É uma obra pequena e densa, mas muito gostosa de ler, repleta de informações que lhe darão uma nova visão da história de nossa Ordem e do futuro da maçonaria. 

Fruto de três anos de pesquisas em fontes históricas. 

Deu origem a uma palestra que tenho feito em muitas Lojas e até em Londres. Devido à pandemia talvez eu não faça uma nova edição tão cedo. 

Aproveite e faça o seu pedido. Custa apenas 40,00 (+ correio) e vai autografada.

 Você vai gostar e aprender muito. TFA. WhatsApp 61.9.8199.5133 Michael. TFA

BEBER VINHO FAZ BEM PARA A SAÚDE MENTAL ?


Desde 1997, através de estudos da Universidade de Bordeaux, sabe-se que pessoas que bebem vinho moderadamente têm 75% menos chances de desenvolver Alzheimer. 

Após a publicação da pesquisa, várias outras a sucederam e comprovaram que algumas substâncias presentes na bebida, especialmente as de propriedades antioxidantes, possuem efeito neuroprotetor capaz de prevenir demências.

Segundo os cientistas, a substância aumenta a produção de uma enzima conhecida como heme oxigenase, de efeito neuroprotetor, que logo após o AVC tem função de diminuir as lesões cerebrais. Quanto mais enzima liberada, maior a recuperação dos neurônios.

Mais recentemente, em 2010, a Escola de Medicina da Universidade de Johns Hopkins também concluiu uma pesquisa que mostra a maneira como o resveratrol, polifenol encontrado no vinho tinto, consegue proteger o cérebro após um AVC.

Segundo o neurocientista Gordon Shepherd, da Faculdade de Medicina de Yale, nos Estados Unidos, o vinho aciona mais o nosso cérebro do que ouvir música ou mesmo resolver uma equação matemática. Em entrevista ao jornal britânico Daily Mail, ele afirmou que beber vinho desencadeia uma reação tanto nas partes sensoriais quanto emocionais do cérebro.

Em seu livro Neuroenology: How the Brain Creates the Taste of Wine, Shepherd afirma que é o nosso cérebro que cria o sabor do vinho que ingerimos, a partir do nosso olfato e paladar. Segundo ele, as moléculas do vinho estimulam nosso cérebro, levando-o a criar o sabor da mesma forma que cria as cores.

Além do papel na prevenção e apaziguamento de doenças, o vinho também tem forte participação na manutenção da saúde cerebral propriamente dita. 

O vinho ajuda a aumentar o fluxo sanguíneo cerebral, distribui os nutrientes necessários para o bom funcionamento do órgão e otimiza a função sináptica que é uma espécie de comunicação entre os neurônios.

Mas não são só as substâncias presentes no vinho que nos ajudam a trabalhar o cérebro e prevenir doenças. Práticas como a degustação, que envolvem memória, discernimento, sensações etc, também são eficientes para desenvolver e estimular áreas do cérebro que podem não estar sendo usadas assiduamente.


QUEM ERAM OS CARBONÁRIOS ?



"Nenhuma Sociedade Secreta fascinou tanto as multidões sequiosas de sua liberdade, ou da independência política conquistada à custa de lágrimas e sangue, quanto a Maçonaria Florestal, mais conhecida como "Carbonária", por ter sido fundada pelos carvoeiros da Hannover, como associação de defesa e de ação contra os opressores e assaltantes de sua classe. Constituída no último Quartel do Séc. XV, ela só veio a entrar na História, como organização de caráter político, após a Grande Revolução Francesa. 

Na Itália, ela adquiriu fama de violenta e sanguinária, e introduzida na França por ordem de Napoleão, converteU-se na mais poderosa força oposicionista ao expansionismo do grande corso, lutando contra ele na França, na Áustria, na Espanha e em Portugal.

O nome de "Maçonaria Florestal", veio-lhe depois que irrompeu, na Itália e na França. "Maçonaria", porque os Maçons a propagavam e a protegiam, "Florestal", porque as Iniciações dos seus Membros, lembravam as dos antigos Carvoeiros de Hannover, realizadas nas florestas mais densas, a cobertos das vistas estranhas.

Os Carbonários, ao de serem investidos nos Segredos da Ordem, passavam por duras provas e prestavam terríveis juramentos,  que eram assinados com próprio sangue:

"Juro perante esta assembléia de homens livres, que cumprirei as ordens que receber, sem as discutir e sem hesitar, oferecendo o meu sangue em holocausto, à libertação da Pátria, à destruição do inimigo e à felicidade do Povo. Se faltar a este juramento, ou trair os desígnios da Poderosa Maçonaria Florestal, que a língua me seja arrancada e o meu corpo submetido ao fogo lento por não ter sabido honrar a Pátria que foi meu berço." 


Só depois deste juramento é que o Candidato recebia as insígnias de "Bom Primo", - (as insígnias de Bom Primo consistiam de um balandrau preto e Capuz, tendo bordado, em branco, no peito, um punhal (o punhal de São Constantino), com o cabo no formato cruciforme entrelaçado a uma cruz cristã.) O punhal de São Constantino não constava somente de um desenho bordado no Peito do Balandrau Preto, era também uma arma branca, que todos os Carbonários usavam - também em suas execuções - como símbolo da Ordem a qual pertenciam. 
O Balandrau Preto, dos líderes, ao invés do Punhal e da Cruz entrelaçados - possuía bordado no peito, em dourado, um sol radiante.

O brado de guerra dos Carbonários consistia em, cada um, levantar o seu punhal bem alto. Normalmente as reuniões dos tribunais carbonários eram realizadas, a exemplo dos carvoeiros de Hannover, no passado, em plena floresta, bem distante dos olhares curiosos e indevidos.

Seus julgamentos eram implacáveis e seus réus, se condenados, eram executados com a máxima eficiência. O Carbonário era, as vezes, juiz e carrasco ao mesmo tempo. Seus afiliados (jamais podiam trair a Ordem. Os que traíram, sempre foram exemplarmente executados) se tornavam Carbonário ou executor das ordens de "Alta Venda". Em cada país a Organização da "Maçonaria Florestal" obedecia ao esquema italiano: "Alta Venda", corpo deliberativo superior, composto de um Delegado da cada "Barraca", composta por sua vez por um Delegado de cada "Cabana"; e as "Cabanas" eram formadas por um Delegado de cada "Choça". Acima da "Alta Venda" estava porém, a "Jovem Itália", composta por um triunvirato que nas lutas pela Unificação e pela queda do Poder Temporal dos Papas, era constituído por Cavour, Mazzini e Garibaldi.

A Carbonária Italiana, a princípio, foi protegida pelo Carbonário Lucien Charles Napoleão Murat - General de Napoleão Bonaparte - e Princípe de Monte Corvo, filho do Marechal Murat, nascido em Milão, em 1803. Ele abandonou a Itália em 1815, com a derrota de Napoleão em Waterloo, em 18.07.1815, tendo sido capturado na Espanha. Após sua libertação, seguiu para os Estados Unidos, em 1825. Ali se casou, tendo retornado a Paris em 1848.

Mais tarde, Murat foi eleito Grão Mestre do Grande Oriente, conseguindo um progresso muito grande no erguimento da Obediência, com a fundação de muitas novas Lojas.

Um dos elementos que se deve destacar na Carbonária Italiana - não pelos seus atos patrióticos, mas sim pela sua traição à Carbonária - é o Conde Peregrino Rossi. Rossi teve duas atitudes distintas: na mocidade, foi um dos mais ativistas e propagandistas dos ideais da Carbonária, merecendo o respeito de todos os Bons Primos. Todavia, de um momento para outro, bandeou-se para as hostes inimigas.

Rossi aliou-se ao Papa Gregório XVI com a finalidade de conseguir do Papa, condenações às ações dos Jesuítas. Nesse ínterim, morre Gregório XVI e sobe ao Trono de São Pedro o Papa Pio IX, ao qual Rossi se afiliou de corpo e alma. Rossi, que fora até Roma para combater o jesuitismo, volta um fiel defensor dos Irmãos de Inácio de Loyola.

É proscrito da Carbonária em 1820 e se torna um novo Saulo, convertendo-se aos ideais do Papa.- Era o novo Judas -, gritavam em todas as "Barracas", de punhal em riste, os Bons Primos, seus antigos companheiros.

Conhecedor que era dos métodos de seus antigos companheiros, Rossi teve muita facilidade de nominar seus líderes e encher as prisões da Cidade Eterna, dando um tremendo golpe no movimento revolucionário.

Rossi cada vez mais se dedicava a uma ação repressiva, sem pensar que - desde a mais humilde "Choça" à mais pujante "Barraca", e com Giuseppe Mazzini tendo o controle de todas as "Altas Vendas" - os punhais de São Constantino eram levantados e descreviam no ar o ângulo reto das decisões fatais. A sentença estava lavrada, terrível e implacável.

Havia sido marcada uma reunião para o dia 15 de novembro, a 1 hora da tarde, com o Ministro Conde Peregrino Rossi.
Dissera Rossi no dia anterior: "- Se me deixarem falar, se me derem tempo para pronunciar o meu discurso, não só a Itália estará salva, como ficará definitivamente morta a demagogia da Península". A demagogia da península era o movimento Carbonário.

"La causa del Papa es la causa del Dio". E o Conde Peregrino Rossi desceu as escadarias e entrou na carruagem que o levaria ao Parlamento.

Chegando à praça, a carruagem atravessou lentamente a multidão e entrou pela porta do Palácio e foi parar em frente ao vestíbulo, onde Peregrino Rossi foi saudado por assobios e gritos enraivecidos:

- Abaixo o traidor ! - Morte ao vendilhão da Pátria !

Só então Rossi se apercebeu que nem toda a consciência nacional estava encarcerada na Civiltá Véchia. Esboçou um sorriso contrafeito para a multidão e quando se dispunha a continuar a marcha, recebeu um golpe na carótida, especialidade dos Bons Primos, que o feztombar agonizante.

No bolso interno da sobrecasaca, ao ser recolhido o cadáver, foi encontrada a sentença de morte:

"Juraste lutar pela unificação da Itália e traíste o juramento !

Lembrando: 'Juro que jamais abandonarei as armas ou desertarei do Movimento Patriótico, enquanto a Itália não for livre e entregue a um governo do Povo, para o Povo. Se eu faltar a esse juramento, prestado de minha livre e espontânea vontade, que o pescoço me seja cortado e o meu nome desonrado e apregoado como o mais vil traidor à Pátria e aos Bons Primos da Carbonária Italiana'. Com coisas sérias não se brinca !"

Como vimos, a Carbonária estava a léguas de distância da Maçonaria, mas apesar disso, sempre foi confundida com a Maçonaria, até por Maçons bisonhos que acreditam que no passado a Maçonaria executava Irmãos e profanos que não rezassem por sua cartilha. De vez em quando, ouvimos um Irmão dizer que a Maçonaria precisa voltar a ser o que era no passado, e executar os maus elementos da sociedade.

A Maçonaria em tempo algum executou os maus elementos da sociedade. Quem, às vezes fez isso, foi a Carbonária, a Santa Vehme, a Maçonaria não. A Maçonaria sempre foi pacífica, respeitadora da lei e ordem. Só usando sua estrutura fechada para conspirar contra os maus regimes políticos e algumas instituições nocivas, mas sempre ordeira e pacificamente. Seus membros, sim, às vezes, independentemente de suas Lojas, se filiavam a movimentos ou grupos vingadores.

- texto extraído do livro "Itambé, Berço Heróico da Maçonaria no Brasil", Ed. "A Trolha", 1996.

🥖TEM PÃO VELHO? 🥖



Quando aconteceu, inesperadamente, me trouxe uma grande lição de vida. 

Era um fim de tarde. Eu estava regando o jardim , quando um garotinho com pouco mais de nove anos, se aproximou dizendo: - Moça, tem pão velho? 

Essa coisa de pedir pão velho me incomodou. Olhei para aquele menino triste e perguntei:-Onde você mora? - Depois do Zoológico.

- Bem longe, hein? 

- É... mas eu tenho que pedir as coisas para comer. - Você está na escola? 

- Não. Minha mãe não tem dinheiro para comprar material. - Seu pai mora com vocês? 

- Não, ele sumiu. 

E o papo prosseguiu, até que disse:- Vou buscar o pão. Serve pão novo? 

- Não precisa, não. A senhora já conversou comigo, e isso é  suficiente. 

A resposta caiu em mim, como um raio. Tive a sensação de ter absorvido toda a solidão e falta de amor daquela criança, daquele menino de apenas nove anos, já sem sonhos, sem brinquedos, sem comida, sem escola e tão necessitado de um papo,  de uma conversa amiga. 

Quantas lições podemos tirar dessa resposta: "Não precisa, não. A senhora já conversou comigo, e isso é suficiente".

Que poder mágico, tem o gesto de falar e ouvir com amor. Alguns anos já se passaram, e continuam a pedir "pão velho" na minha casa... e eu, dando pão novo, mas procurando,  antes, compartilhar o pão das pequenas conversas, o pão dos gestos que acolhem e promovem. 

Este pão de amor, não fica velho porque é fabricado no coração de quem acredita Naquele que disse: - "Eu Sou o pão da vida!"

Fique atento a quantas pessoas podem estar esperando uma só palavra de acolhimento da sua parte. 

Tem pão velho?

A BENÇÂO SACERDOTAL


 


A Bênção Sacerdotal, é formada por três pequenas frases que devem ser ditas pelos pais a seus filhos e pelo rabino à sua congregação:...


"O Eterno te abençoe e te guarde"

Ou seja, que a sua vida seja uma vida abençoada e que você esteja protegido, livre 
de acidentes e tragédias.
A Torah começa com a letra Bet e isto significa, conseqüentemente, que toda a
criação é abençoada - Bet é a inicial de b’rakhah ("bênção").

"Faça resplandecer o Eterno o Seu rosto sobre ti e te agracie".

Ter o rosto de D-us resplandecendo é ter o conhecimento e o entendimento
necessários para acessarmos as dimensões superiores e gerar Luz abundante
para toda a humanidade.
Mas não basta ter graça, é preciso conhecer a Lei.
É importante nutrir o amor ao Eterno, mas igualmente saudável desenvolver o temor a Ele.
O amor ao Eterno nos aproxima Dele e o temor nos afasta da má inclinação.

"Tenha o Eterno misericórdia de ti e ponha em ti a paz",

Uma das formas de D´us ter misericórdia de nós é nos capacitar a compreender a
Unidade e vivificar o amor.
Shalom, a última palavra desta sentença, é muito conhecida por todos como "paz"
em hebraico.
Shalom, contudo, possui um sentido muito mais abrangente, podendo significar tanto 
"estar completo" como "estar sem dívidas".
Sendo assim, entrar numa dimensão de Shalom ou descobrir Shalom em si é algo
associado a um estado de plenitude que só é possível quando estamos em verdadeira 
comunhão com o Eterno.

As três sentenças da Bênção Sacerdotal iniciam com a letra Yud, o que nos
reporta ao Sopro de Elohyim (Nome de D’us) Yud-Yud-Yud, que evoca esta
energia de bênção, elevando os aspectos negativos de nossa natureza para que
estejamos aptos a receber adequadamente a Luz do Mundo Infinito.


Fonte: Academia de Cabala

CÂMARA DAS REFLEXÕES x SALA ESCURA



Em nenhum dos rituais do século 18 publicados na Grã-Bretanha e na Alemanha - alguns considerados espúrios, porém todos autênticos -, se encontra o termo "CÂMARA DAS REFLEXÕES". 

São empregados em alguns rituais os termos "sala escura" (dark room), "sala contígua à loja", e também "sala onde o candidato fazia suas reflexões". Mas são raros os documentos em que eles aparecem; e nem poderia ser diferente, visto que as lojas maçônicas da época, tento na Inglaterra, como na Alemanha, funcionavam em alehouses (cervejarias), inns (pousadas) e public houses (tavernas).

Antes da cerimônia de feitura (making), os rituais dizem também que o candidato era "entrevistado" antes de ser vendado e conduzido ao interior da sala da loja (lodge room) para ser feito maçom (to be made a fremason), sem maiores particulares. Nada de câmaras, templos, esqueletos, ampulhetas, VITRIOL, foices, punhais, sala dos passos perdidos, igrejices, e outras coisas como tais.

NÃO JULGUE SEM CONHECER

 Pense antes de responder, conheça antes de julgar. Nestes tempos de pandemia, informações desencontradas e contra informações frequentes eu...